Blog Coletivo, Transpessoal e Pichoniano
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Fotos:
Useless Murphy na Pichon-Riviera
Gatinha Vesga (1)
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Incensenseiciador, okoL e Sato
Incensenseiciador meditante
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A Several Species of Small Furry Episcopats Gathered Together in a Cave and Grooving With LSD

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Busílis, Sato e Incensenseiciador
Incensenseiciador no South Park
Incensenseiciador no South Park de roupa social
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Sato no South Park
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Representação de um Grolk okoL + Frase Célebre
Gnominho de Vários Olhos
Maconhinha
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28.6.05 :::

Mantendo o raciocínio do meu último post:

História Natural do Homem

Parte 2 - A inusitada trajetória da bola de vôlei do homem sem cabeça:




Incensenseiciador ::: 7:38 PM

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27.6.05 :::

É um texto que escrevemos faz um tempo, para tentar convencer grávidas de uma lista de emails de que não é terrível para uma criança ter pais que fumam maconha. Bom, foi isso que escrevi na época, não sei se escreveria assim agora, desse jeito, mas enfim, tá aí:

Primeiro de tudo, são cerca de 5% a 10% das pessoas que tem o hábito frequente de fumar maconha que apresentam problemas e descontrole no uso, e que procuram ajuda. Como já se disse aqui, o que existe são pessoas com vícios e não drogas viciantes. Aliás, existem pessoas ¿viciadas¿ em tudo: corrida de cavalos, bingo, TV, chocolate, leite condensado, sexo, até pessoas viciadas em outras pessoas. Isso tudo pode ser um problema, claro, mas acho que não é o caso de proibir o leite condensado... Algumas drogas têm agravantes químicos na dependência (Heroína, tabaco, álcool, etc), mas esse não é o caso da maconha. Claro, quem usa drogas precisa saber usá-las. Como o carro, por exemplo. As inúmeras mortes no trânsito são causadas por pessoas totalmentes despreparadas em sua maioria. Ainda assim, não se pensa em proibir os carros (que são um terrível problema para a saúde pública pela poluição, ainda por cima), pensa-se apenas em educação e treino dos motoristas.
Bem, as informações que vemos sobre a maconha em nossa neutra, honesta e desinteressada imprensa, referem-se sempre àqueles 5% dos usuários pesados, que por sua vez são apenas 10% das pessoas que usam maconha regularmente, que são 15% das pessoas que experimentaram a erva, que são 10% da população geral... Façam as contas, não é um problema tão grande assim. E quanto aos outros 95%, que não aparecem? A grande maioria considera o uso da maconha como algo benéfico em suas vidas. Quem deve decidir o que é melhor para você? Você ou o governo?
A maconha é uma planta, entre outras milhares de plantas psicoativas (como, por exemplo, o café, o cacau, o tabaco, a noz-moscada, a alface selvagem, o maracujá, a noz de cola utilizada nos refrigerantes de cola avidamente consumidas pelas crianças...), utilizada há mais de 10.000 anos por inúmeras culturas em todo o mundo. Considerada por toda a parte como importante planta medicinal ou simplesmente como sagrada. Nunca houve um único registro de uma morte sequer causada diretamente pela maconha.
Já a lei que proibiu a maconha, essa tem cerca de 60 anos, criada pela nobre cultura norte-americana, com objetivos claramente racistas de marginalizar os negros e mexicanos que consumiam a tal erva misteriosa. É incontável o número de mortes causadas por essa proibição, cujo único efeito foi dar de bandeja ao crime organizado uma enorme fonte de renda, e dar carta branca para a violação dos direitos humanos pelas forças policiais de todo o mundo. Não impediu sequer uma pessoa de ter acesso à planta, nem tratou sequer um ¿viciado¿... Todos os dias centenas de pessoas são humilhadas, espancadas, presas ou mortas pelo simples hábito de relaxar fumando uma erva... Bem, mas é um pequeno preço a se pagar para que algumas pessoas fiquem livres de sentir o ¿insuportável cheiro da maconha¿...
É surpreendente que tantas pessoas instruídas e com senso crítico dessa lista, que estão buscando formas de ter de volta a sagrada experiência do parto, roubada e deturpada pelo discurso médico predominante, no entanto compartilhem com esses mesmos médicos sua opinião quanto a Cannabis. Será difícil ver que é o mesmo tipo de pensamento que condena a alteração da consciência por drogas e que prescreve a cesárea de rotina?
Quanto a crianças convivendo com pais fumantes, não vemos qualquer problema, devem ser tomadas as mesmas precauções que são tomadas em relação aos pais que fumam tabaco ou bebem álcool: Informação, educação, orientação, verdade e distância das crianças por causa da fumaça. O hábito de fumar maconha não destrói a vida de ninguém por si só, e pode ser muito benéfico para o auto-conhecimento e o bem estar, como inúmeros usuários afirmam. Se seu filho vier a fumar no futuro, é ele quem deve decidir! Esconder as coisas não muda nada. São os pais que decidem a profissão, os namorados, a orientação sexual, os gostos dos filhos? Deixem seus filhos livres para decidir.


SATO ::: 10:09 PM

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20.6.05 :::

Olá, pessoas!
Bom, ainda que o meu discernimento científico brigue e grite aqui,
deixo um link com palestras legais (áudio) de Wagner Borges,
fundador do IPPB, fala de muitas coisas,
desde viagens extracorpóreas (para iniciantes como nós),
e coisas afins.
:
http://www.ippb.org/multimidia@ippb.org/default.htm

Caminhando...


Busílis ::: 10:26 PM

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19.6.05 :::

A Raquel já me disse algumas vezes que muito do que leu (lê) aqui ela não entendeu nada...

... nem eu!!!


Incensenseiciador ::: 6:48 PM

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18.6.05 :::

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Busílis ::: 10:34 PM

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Busílis ::: 1:45 AM

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Busílis ::: 1:32 AM

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15.6.05 :::

Muito interessante contribuição para o mundo das artes, caro Incen. Aliás, queria aproveitar o ensejo e dizer: tenho um narguile. Quando eu já começava a perder as esperanças de um dia ter em mãos tal artefato, eis que ele surge: cansado, abatido, ferido até, sobrevivente de sua perigosa jornada desde a Terra Santa Jerusalem até nossa Terra Engodo São Paulo. Após mais de 6 meses de viagem (!), chegou o presente que o Omer nos mandou. Embora algumas peças estivessem quebradas, conseguimos por em funcionamento nosso legítimo narguile, hookah, chicha israelense. A tradição milenar do oriente acabou por desenvolver, ao longo dos séculos, nada menos do que o bong perfeito. Nós, iniciantes maconheiros ocidentais ainda iríamos demorar muito para chegar nesse nível de sofisticação em artefatos para fumo. E o sr. Incen, especialista na construção dos bongs ocidentais caseiros, está convocado a vir conhecê-lo. É isso.

SATO ::: 5:53 PM

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14.6.05 :::

ué? As vezes o blog dá chabu!!!

Incensenseiciador ::: 11:19 PM

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Meu mais recente trabalho Useless: (afinal, só filosofar faz mal)

História Natural do Homem

Parte 1 - A mirabolante história do homem sem bola de basquete



Incensenseiciador ::: 11:16 PM

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6.6.05 :::

Estou aqui, ouvindo Mozart. Vendo as vibrações dessa tela de computador e querendo transmitir algo para as pessoas. Como passar a minha vibração do momento para alguém? Que quando ler isso aqui vai estar em outra vibração, em outro estado de consciência, mergulhado em seu mundo-próprio. Busilis, na padaria, domingo, bebendo uma cerveja sozinho durante o almoço do simpósio: "Estou bêbedo. Tralalá." Não, não era isso. "Acho que as pessoas estão todas fechadas em seus mundos e não há comunicação real. É como se houvesse uma cortina de plástico entre todos. Não existe comunicação de essências. Pelo menos, não aqui." Hum, não sei se foi isso que ele disse, mas bem poderia ter sido. Talvez ele concorde com tudo isso. É aí que entra o velho mito dos episcopatas, carcomidos, encolhidos num canto do C.A., com longas unhas, cabelos e barbas, balbuciando absurdos incompreensíveis. E olhos insanos que vêem através. Pelo menos, esses episcopatas eram sinceros. São todos xícaras cheias, como esperam aprender algo? Procuram a chave, junto com Nasrudin, onde tem luz, embora saibam que não é lá que ela foi perdida. Mas é mais fácil que procurar no escuro. A marca do gênio é o uso de analogias. Analogias permitem um pensamento visual, e não verbal, linear, patriarcal. Para criar uma analogia, basta sentir, visualizar o movimento, o padrão, a estrutura básica de um certo grupo de fenômenos ou processos. Toda idéia pode ter o mesmo tipo de processo energético subjacente que fenômenos materiais. Basta citar o fenômeno visível para se entender o invisível. - Claudio Naranjo é sol no calendário maia...

SATO ::: 11:35 PM

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